Lema para o ano de 2014: "O meu Deus, segundo as suas riquezas, suprirá todas as vossas necessidades em glória, por Cristo Jesus." Filipenses 4:19.

sábado, 15 de novembro de 2008

" Pai, perdoe-me, não vou lutar por seu Israel"



Essa frase foi dita por Omer Goldmam uma jovem israelense, filha de um ex-dirigente do Mossad, o serviço secreto Israelense em uma página da Web, ela justifica que: "Nós atacamos em nome da defesa. Usamos de violência para prevenir violência, e isso só vai fazer a situação piorar para todos."

Jovens fardados fazem parte da paisagem em Israel. São três anos de serviço militar obrigatório para os rapazes e dois para as moças. Eles formam um dos exércitos mais poderosos do mundo.
Mas ultimamente, segundo dados oficiais, o percentual de jovens que não se incorpora às forças Armadas vem crescendo a cada ano, e deve chegar a 28% dos rapazes e 44% das moças em 2008. A grande maioria alega motivos religiosos, familiares, ou saúde. Como a jovem Omer, aparecem os que por motivos políticos se recusam também a servirem as Forças Armadas do País.

"Ouve, ó Israel; o Senhor nosso Deus é o único Senhor.
Amarás, pois, ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todas as tuas forças. E estas palavras, que hoje te ordeno, estarão no teu coração; e as ensinarás a teus filhos, e delas falarás sentado em tua casa e andando pelo caminho, ao deitar-te e ao levantar-te. "(Deuteronômio 6:4-7)

O texto é parte do famoso Shema Judaico, que deveria ser passado de pai para filho, de geração à geração, servindo de memorial eterno, relembrando as maravilhas que Deus operou aos Israelitas na saída do Egito e na caminhada para a Terra Prometida, a mesma terra que os jovens israelenses agora não querem proteger.

Será que essa jovem e tantos outros não ouviram as grandes maravilhas operadas por Deus no passado? Não falamos somente nos tempos bíblicos, mas sim na história do povo judeu. As perseguições em diversos países, o Holocausto, as lutas para voltar à Terra Santa, a Guerra dos Seis Dias e tantas outras batalhas, as mães e os pais que deram suas vidas para que seus filhos hoje tivessem uma Terra, uma Pátria para morar.

Não temos aqui partido algum, amamos tantos árabes como judeus.

Este relato serve para nossa reflexão: "Será que estamos valorizando tudo aquilo que nossos irmãos do passado conquistaram?"

Será que nossos jovens ainda querem continuar batalhando por uma Terra Prometida: fruto de longas guerras; não físicas, mas espirituais. Batalhas que custaram dias de jejum, oração, lágrimas, perda de amigos e até mesmo de familiares que não entenderam o valor da batalha.

Será que também iremos dizer que esta luta não é nossa, que não fazemos parte de Israel Espiritual?

"E estas palavras, que hoje te ordeno, estarão no teu coração; e as ensinarás a teus filhos, e delas falarás sentado em tua casa e andando pelo caminho, ao deitar-te e ao levantar-te."

Oremos pela Paz em Jerusalém!

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