Lema para o ano de 2014: "O meu Deus, segundo as suas riquezas, suprirá todas as vossas necessidades em glória, por Cristo Jesus." Filipenses 4:19.

sábado, 15 de setembro de 2012

Grande Evangelização em Governador Valadares (MG)

Experiências dos jovens que participaram do trabalho: Um novo Petencostes
                        Participar de uma viagem de evangelização é colocar-se inteiramente à disposição do Espírito Santo de Deus, deixar que Ele nos guie, fazer tão somente a Sua vontade, estar atento às revelações e profecias para que o projeto de Deus possa se cumprir em nosso meio. É uma experiência ímpar. E não foi diferente com o grupo de jovens das igrejas de Castanheiras e Mar Azul, localizadas no bairro Praia da Costa, na cidade de Vila Velha, que viajou para Governador Valadares, em Minas Gerais. O grupo participou da Grande Evangelização ocorrida na cidade mineira em agosto que reuniu cerca de 15 mil pessoas no no estádio Democratas.
Antes da saída, na sexta-feira, os irmãos participaram de um culto ao meio-dia, na igreja de Mar Azul, ocasião em que o Senhor deu as primeiras revelações e orientações para viagem, entre elas: realização de outro culto dentro do ônibus; todos os irmãos ali presentes no veículo seriam usados para alcançar outras vidas durante o trajeto; a um dos jovens presentes seria concedido o dom de línguas na evangelização; a cura de uma senhora com câncer; entre outros. E tudo se cumpriu.

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

O Segredo da Vitória

Ao vencedor darei o direito de sentar-se comigo em Meu trono, assim como Eu também venci e sentei-Me com Meu Pai em Seu trono. Apocalipse 3:21

O tema da vitória é apresentado intensamente no livro de Apocalipse. Cada uma das mensagens às sete igrejas se encerra com uma promessa ao que vencer (Ap 2:7, 11, 17, 26; 3:5, 12, 21). Mas como podemos vencer? As forças espirituais arregimentadas contra nós parecem tão poderosas e nós somos tão fracos. Como podemos sair vitoriosos nessa batalha? Em nossa fraqueza encontra-se o segredo da vitória. Se nos submetermos ao Salvador e nos apoiarmos totalmente nEle, todas as forças do inferno serão afastadas de nós.

1. Oração. A vida do vencedor é de oração. A oração que vive e respira a presença de Deus, a oração proferida ou silenciosa, a oração em meio às tarefas e aos cuidados diários.

2. Estudo da Palavra. O estudo da Palavra de Deus e a vida vitoriosa andam de mãos dadas. O estudo da Bíblia com oração é capaz de nos fortalecer no Senhor e em Sua vontade. A leitura esporádica nos deixa fracos e vacilantes; contribui para o fracasso. E não ler significa que rapidamente cairemos presas do inimigo.

3. Fé na constante presença de Deus. Vivemos pela fé. A fé é a essência da vida cristã. Ao nosso redor, as forças do secularismo e do materialismo nos envolvem com seu poder, seduzindo-nos a lançar nossa sorte com elas e a “comer, beber e alegrar-nos”. Mas a fé diz “não”! Há mais abundância de vida do que nossos olhos podem enxergar. Existe outro mundo, o reino de realidade suprema, a presença de Deus. Essa vida passageira não é tudo o que existe. Deus nos criou para Ele!

Tente. Lance-se nos braços de Deus. Quanto mais fraco se sentir, maior será a força dEle em você. Jesus, o vitorioso, lhe concederá o poder da vitória.

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Dia Nacional do Perdão

Livrem-se de toda amargura, indignação e ira, gritaria e calúnia, bem como de toda maldade. Sejam bondosos e compassivos uns para com os outros, perdoando-se mutuamente, assim como Deus os perdoou em Cristo. Efésios 4:31, 32

Algum tempo atrás, um homem que não conheço me escreveu para partilhar uma ideia. “Creio que precisamos de um Dia Nacional do Perdão (ou semana), em que cada pastor e cada igreja escreveriam uma carta para cada membro afastado pedindo perdão por qualquer coisa que a igreja tenha feito que o tenha magoado ou prejudicado emocional ou espiritualmente”, ele sugeriu. “Há milhares de pessoas que costumavam fazer parte de nossa família e que nos deixaram por razões pelas quais talvez a igreja precise se desculpar.

“Não creio que nossas igrejas possam crescer enquanto tivermos pessoas cheias de raiva e amargura, tanto dentro quanto fora da igreja. Muitos membros foram emocionalmente prejudicados por palavras ásperas, ou até mesmo palavras bem-intencionadas, porém expressas da maneira errada ou no momento errado. Gostaria de sugerir que cada igreja faça um esforço conjunto para localizar os endereços dessas pessoas e enviar uma carta pedindo perdão por qualquer coisa que a igreja tenha feito para prejudicá-las.”

Partilho da preocupação desse irmão com membros afastados. Embora saiba que devemos manter o foco em Jesus e que basicamente cada um é responsável por suas próprias ações, também concordo que muitos membros afastados se sentem magoados e ressentidos devido a danos reais que sofreram na igreja. O perdão é um remédio maravilhoso. Trata-se de uma das palavras mais doces de nossa linguagem. O perdão é o caminho de Deus para a paz e a santidade.

Deus colocou o perdão em cada fibra de nosso ser. O ódio, a amargura e o ressentimento corroem nosso corpo, não apenas consumindo nossa força, mas também enfraquecendo o sistema imunológico. O ódio é hoje listado como uma das causas da pressão alta. Pesquisas revelaram que, ao encontrarmos o alívio para o ódio mediante a decisão de perdoar, a pressão arterial elevada causada por esse sentimento diminui.

O caminho da graça é o caminho do perdão e, portanto, o caminho para uma vida livre de maldade, amargura, raiva e ódio. Em vez de amargura, compaixão. Em vez de ressentimento, bondade. Em vez de ódio, perdão. Esse é o caminho para a plenitude de vida na Terra e para a vida eterna na presença de Deus. Tornemos hoje o Dia Pessoal do Perdão.

Texto retirado de Mensagens Diárias

sábado, 18 de agosto de 2012

Mensagem de Amor em Sangue

NEle temos a redenção por meio de Seu sangue, o perdão dos pecados, de acordo com as riquezas da graça. Efésios 1:7

No início de 2005, ocorreu um terrível acidente de trem em Los Angeles, Estados Unidos. Certo homem, planejando se suicidar, parou em cima dos trilhos o veículo que dirigia. No último minuto, porém, mudou de ideia e abandonou o carro, fazendo com que o trem que se aproximava em alta velocidade batesse no veículo, descarrilasse e colidisse com outro trem que vinha na direção oposta. Onze pessoas morreram e mais de 200 ficaram feridas.

John Phipps trabalhava numa fábrica de peças aeroespaciais em Burbank. Normalmente não pegava o trem naquele horário, mas foi chamado para trabalhar mais cedo naquele dia. Phipps encontrou um assento vago na parte de cima do trem e pegou no sono. Acordou repentinamente com o violento solavanco da colisão. Sentiu um vapor incomum sobre o rosto e viu por toda parte fragmentos amassados do trem. Tocou a parte posterior da cabeça e as mãos ficaram cheias de sangue. Ele gritou pedindo ajuda, mas ninguém respondeu. Preso sob os escombros, começou a cantar: “Por que eu, Senhor?” e aguardou o resgate. Um pouco depois, ele esticou o braço e tocou em um dos assentos do trem, deixando ali uma marca de sangue. Caiu em si: morreria ali. Decidiu deixar uma mensagem para a esposa, Leslie, e os filhos. Naquele assento de trem, Phipps escreveu com o próprio sangue: “Eu amo meus filhos. Eu amo Leslie.”
O capitão dos bombeiros, Robert Rosario, foi o primeiro a encontrar Phipps e a descobrir a mensagem em sangue. “Já vi coisas horríveis em meu trabalho”, afirmou mais tarde, “mas aquilo me comoveu. Meu único pensamento naquele instante foi: Tenho que mostrar isso para a esposa e os filhos desse homem.”

John Phipps sobreviveu. Durante a entrevista coletiva dias depois, ele apareceu apoiando-se em muletas e se identificou como o autor da mensagem de amor. “Não sei por que fiz isso”, declarou à imprensa. “Não achei que minha família veria a mensagem.”

Há dois mil anos, outra Pessoa deixou uma mensagem escrita com Seu próprio sangue. Jesus de Nazaré foi pendurado numa cruz de madeira fora dos portões de Jerusalém. Ele havia deixado o lugar mais seguro do Universo, o Céu, para Se identificar com as vítimas do terrível acidente global e, por meio de Sua morte, oferecer-lhes a redenção, o perdão e a vida.

A mensagem de amor de Jesus escrita em sangue diz: “Eu amo você.” Ao lado dessa mensagem, Ele escreve o seu nome e o meu.
 Extraído de Meditações Diárias

terça-feira, 31 de julho de 2012

Em breve estarei lançando um portal onde constará diversos louvores, mensagens escritas e gravadas para atender os pedidos dos nossos irmãos. Aguardem e orem por esse projeto.

Marcos Antônio

segunda-feira, 23 de julho de 2012

EXPERIÊNCIA DE UMA VISITANTE MÊS DAS CRIANÇAS

Segue a experiência...
Uma criança (pequenina) cujos pais não são da igreja, foi ao culto levada por uma tia. Na igreja ela estava sentada no colo de uma professora, quando se deu início a um diálogo:
- Tia, aqui pode fazer o que aquele menino esta fazendo lá atrás (havia uma criança muito inquieta no colo de sua mãe no fundo da igreja)?
- Não pode, por que senão o dono desta casa fica triste.
-Mas quem é o dono desta casa?
- É o Senhor, aquele que fez todas as coisas.
-Mas ele mora aqui?
-Mora.
-Mas onde está a caminha dele?
-Ele não precisa de caminha por que ele não dorme.
-Tia, eu quero ver ele!
-Você quer ver ele?!?! Então fecha o olhinho e clama pelo sangue de Jesus e pede a ele para que você o possa ver.
No mesmo instante a criança fechou os olhos e clamou. Passados alguns segundos, o diálogo retornou:
- Tia, agora eu estou vendo ele.
- É, onde ele está?
- Ele está atrás do tio (tio estava no púlpito fazendo o louvor).
- Como ele é?
- Ele tem  o cabelo branco.
- É mesmo?
Passados alguns segundos a criança deu uma risadinha e o diálogo continuou:
- Por que você riu?
- É porque ele está de vestido como eu.
Mais alguns minutos o tio que estava fazendo o louvor desceu do púlpito para outro companheiro trazer a mensagem. Foi quando a tia perguntou:
- E agora, ele desceu de lá com o tio não é?
- Não, agora ele está falando no ouvido daquele moço que está lá em cima.
Ao final do culto, voltando para sua casa, a criança disse ao tios que queria retornar à igreja muitas vezes por que ela quer ver o Senhor muitas vezes.

IGREJA DE BULHÕES – ÁREA DE RESENDE

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Que mulher!

Quem encontra uma esposa encontra algo excelente; recebeu uma bênção do Senhor. Provérbios 18:22

Um bom casamento é um presente da graça de Deus. Encontrar alguém disposto a nos amar apesar de nós mesmos (assim como Deus) e permanecer ao nosso lado na alegria e na tristeza, na saúde e na doença (assim como Deus) é, prezado amigo, uma bênção de valor incalculável.

Estou a caminho de uma reunião campal no Alasca. A pessoa sentada ao meu lado no avião é um executivo aposentado que está indo para o extremo norte pescar. Conversamos bastante e ele ficou sabendo que Noelene e eu nos casamos logo após a faculdade e fomos para a Índia trabalhar como missionários.

– Ela casou com você e foi para a Índia? – ele exclamou. – Que mulher!

Ele tem razão. Que mulher a minha! Poderia escrever um livro sobre ela, mas um incidente se sobressai acima de todos desde o corajoso “sim” de Noelene. Aconteceu num sábado. No dia seguinte viajaríamos para Fort Lauderdale, Miami, onde entraríamos a bordo de um cruzeiro de sete dias pelas ilhas ocidentais do Caribe. Estávamos ansiosos por trocar o frio e o gelo pelas águas cristalinas e dias quentes à frente.

Ao nos aproximarmos da porta da igreja, o salto de Noelene ficou preso numa pequena abertura no pavimento irregular. Nossa filha, que tinha vindo de Chicago para nos visitar, estava ao seu lado, e eu a um passo atrás. Mesmo assim, antes que pudéssemos fazer qualquer coisa para socorrê-la, ela caiu e bateu o rosto no chão de concreto. O sangue começou a jorrar de seu nariz e boca e a manchar o casaco pesado. Noelene ficou prostrada na calçada gelada.

Sem perder tempo, os amigos entraram em ação e chamaram uma enfermeira, que estancou o sangramento. Em seguida, fomos à sala de emergência do Hospital Adventista de Washington. Depois de os exames mostrarem que ela não tinha quebrado nada, exceto o nariz, sua primeira pergunta ao médico foi:

– Vou poder ir ao cruzeiro?

Não parou por aí. Receberíamos visitas para o almoço naquele dia. Cientes do acidente, os amigos ligaram para todos os convidados informando que o almoço fora cancelado. No entanto, às 12h45, horário em que recebeu alta, Noelene disse para os convidados irem almoçar. Ela se sentou à mesa com os olhos inchados, quase fechados, e os lábios machucados. E foi ao cruzeiro, usando óculos escuros para disfarçar as enormes manchas roxas. Que mulher!

Extraído de Meditações Diárias

terça-feira, 10 de julho de 2012

A Escolha de Jillian

Como posso desistir de você, Efraim? Como posso entregá-lo nas mãos de outros, Israel? Oseias 11:8

Assim que uma imensa parede de água acabou por completo com a tranquilidade das férias de Jillian Searl, ela foi forçada a fazer a escolha mais horrível que qualquer mãe já teve que enfrentar: qual de seus dois filhos salvar.

Jillian estava perto da piscina do hotel com seus dois filhos, Lachie, 5 anos, e Blake, 2 anos, no resort tailandês de Phuket na ocasião em que o tsunami de 26 de dezembro de 2004 atacou inesperadamente. “Ouvi um bramido terrível, um bramido muito alto, virei e tudo o que vi foi muita, muita água vindo em nossa direção”, Jillian contou mais tarde a um repórter em Perth, Austrália. “Imediatamente pensei: Como vou manter meus dois filhos vivos?”

Ao perceber que não conseguiria manter os filhos e a si mesma flutuando sobre as águas, viu-se forçada a escolher qual dos dois filhos segurar e qual soltar. “Sabia que tinha que soltar um deles. Pensei que o melhor a fazer seria soltar o mais velho”, afirmou.

Em meio às águas agitadas, Jillian notou uma jovem mulher agarrada a um poste. Implorou à mulher para que cuidasse de seu filho de 5 anos. Ao ameaçar soltar a mão dele, o menino implorou: “Não me solte, mamãe.” A força da correnteza os separou. Ela olhou para Lachie, que ainda não tinha aprendido a nadar, e pensou que talvez aquela fosse a última vez que o veria com vida.

Enquanto isso, o marido de Jillian, Brad, observava o terrível cenário da sacada do hotel. Tentou correr para ajudar, mas o grande volume de água havia bloqueado as portas.

Assim que a água baixou, ele encontrou Jillian e Blake. Juntos, deram início a uma busca desesperada por Lachie. “Você tem que encontrá-lo, porque eu o soltei”, Jillian disse ao marido. “Eu o entreguei a alguém, e o soltei... Não há possibilidade de viver minha vida sabendo que soltei a sua mão da minha.”

A história teve um final feliz. Duas horas depois, a família Searl encontrou Lachie num posto policial. Ele sobreviveu agarrando-se à porta do hotel.

Há Alguém que vela por Seus filhos com amor inexprimível. Seu coração se parte diante do pensamento de separação – separação que nós escolhemos, não Ele. Não partamos o Seu coração hoje.
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